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Revendo conceitos – Neurociência e RH Verdade 2019

cerebro

– O exercício físico, em especial a corrida ajuda o cérebro a envelhecer mais devagar.

– O convívio nas redes sociais não tem a sincronicidade de uma mesa de bar ou de uma conversa com amigos ou familiares e isto traz a “frustração do relacionamento”. (Livro O Paradoxo das Escolhas).

– Segundo o psicólogo americano Barry Schwartz o excesso de opções provoca frustração. (livro: O Paradoxo das Escolhas). A possibilidade de escolha faz com que a pessoa se sinta insatisfeita com a decisão que toma. O preço de fazer uma escolha é abrir mão de todas as alternativas não selecionadas. Isto vale para tudo. Hoje você tem centenas de opções de filmes e tem dificuldades para escolher um deles, ou ainda ter a sensação de que fez a escolha errada após alguns minutos. A melhor opção e isto vale inclusive para decidir entre currículos, é ter duas opções e não três ou mais como diz a lenda.

– O brasileiro é muito alienado, especialmente nas práticas organizacionais. Não atacamos os problemas de frente, não somos transparentes nas relações e os congressos empresariais, em sua maioria, não passam de vertentes poéticas que em nada ajudam na melhoria da competitividade. Fazer emocionar é mais importante que aguçar a análise crítica. A maioria dos Congressos e Convenções não passam de atividades recreativas onde o “rir” e o “emocionar” são os objetivos primordiais. (Brandon Johnson – Brasilianista)
– Abuso, disciplina muito austera principalmente por parte dos pais, negligência e abandono no início da vida, aumentam o risco de depressão, ansiedade, obesidade, diabetes, hipertensão e doenças cardíacas.
– Quer deixar algum vício? Quer agir de um jeito mais obstinada em relação a algum objetivo? A melhor forma para fazer isso é por meio da competição. Por exemplo, se você quer fazer uma dieta, combine com outra pessoa que tenha o mesmo objetivo e faça uma competição com ela. Nesta condição o cérebro se torna competitivo e te ajudará a atingir determinado objetivo.
– Quando gritamos e xingamos alguém, mostramos a nós mesmos que não somos criaturas passivas e vítimas e que temos sangue nas veias. Segundo o Psiquiatra Neel Burton fazer isto melhora a nossa autoestima. No entanto tenha cuidado para não sair por ai xingando e ofendendo as pessoas.
Hábitos difíceis de abandonar: 1 – Petiscar coisas calóricas como pipoca, salgadinhos e outras guloseimas, principalmente se no ambiente existir menos luz. 2 – Roer as unhas. 3 – Deixar o celular de lado. 4 – Xingar no trânsito. 5 – Fofocar, falar da vida alheia – Todo mundo faz isto, mas algumas pessoas possuem uma tendência latente. 6 – Atrasar-se aos compromissos –  É como um vício. A pessoa se programa, mas sempre chega atrasada. 7 – Adiar – Quem tem o hábito de deixar as coisas para depois, pode ser dependente da adrenalina que a prática de fazer em cima da hora provoca.
– Os preconceitos são inconscientes, estão presentes em sua mente e podem vir à tona em situações inesperadas e de alto estresse. Conscientemente é preciso controla-los para viver harmoniosamente e segundo os preceitos do politicamente correto.
– Automaticamente a natureza produz primeiro o sexo feminino. Quando entram em jogo os hormônios masculinos é que o feto desenvolve características masculinas. Por este motivo os homens possuem mamilos pois eles já estão formados no momento do bombardeamento de hormônios masculinos.
– No inverno a propensão a depressão é maior em razão da menor exposição a luz solar.
– Pessoas que se alimentavam com refeições em que não são incluídos conservantes, corantes e sabores artificiais tiveram o desempenho 14% melhor nos testes de QI. Este estudo foi feito com estudantes da Universidade Columbia de NY.
– O cheiro é um mecanismo poderoso na ativação da memória. Você sente o cheiro e imediatamente o cérebro busca informações de situações vivenciadas.
– O cérebro de Einstein era similar em tamanho aos cérebros de pessoas comuns, exceto na região responsável por cálculos matemáticos e percepção espacial, que era 35% maior que a média.
FEAR OF MISSING OUT ou “medo de ficar de fora” é o nome do distúrbio que as pessoas sentem quando estão fora de sintonia com o Facebook e outras mídias sociais. Este fenômeno aumenta a ansiedade, atrapalha o sono e provoca tristeza.
– Quanto maior a cidade onde você vive, maior é a possibilidade de sentir ansiedade. A média global de ansiosos é de 3,5% da população. No Brasil este índice chega a 9,3% e em cidades como São Paulo pode chegar a 19,9%. A insegurança econômica é uma das maiores causas. Comparado com a década passada, a ansiedade teve um aumento de 15% e tem provocado prejuízos em termos de competitividade. Lembrando que de 2014 para cá o Brasil teve queda de 7% no PIB e o desemprego subiu de 6,8% para 11,7%. (Revista Superinteressante de fevereiro de 2019).
– O medo de perder o emprego numa economia frágil como a do Brasil provavelmente nos coloca no topo do ranking mundial de ansiedade. – Deveríamos ter uma rede de contato de no máximo 150 pessoas. Este é o número com o qual nosso cérebro consegue se relacionar sem gerar ansiedade. (Robin Dunbar da Universidade de Oxford).
– O Brasil é o país mais homicida do mundo com 60 mil casos por ano. Isto equivale a soma de 52 países entre eles EUA, França e Canadá. (daí nossa ansiedade exacerbada).
– Pessoas separadas, viúvas ou divorciadas têm 50% mais riscos de transtorno de ansiedade.
– Nosso cérebro ainda não está preparado para a vida digital e precisamos de mais tempo para nos adaptar. No entanto ele vem sofrendo alterações que são nocivas para as relações humanas e uma vida emocional saudável, segundo o livro A VIDA PRIVADA DO CÉREBRO de Susan Greenfield. Lembrando ainda que por enquanto “MENTE EXPONENCIAL” é “história do conto da carochinha”.

 
www.lendo.org – O Novo Iluminismo de Steve Pinker – Revista SuperInteressante edições 395. 398, 399. – e Mentes Medianas. Curso Explain The Brain – setembro de 2018 – EUA.

 

PEDRO LUIZ PEREIRA – pedro@eurho.com.br
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